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segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Jardim Tropical

O expoente máximo dentro do jardim tropical foi a criação de Roberto Burle Marx. Ao retornar da Alemanha na década de 30 do século passado, Burle Marx trouxe consigo uma nova consciência em relação ao paisagismo no Brasil. Deparando-se com o modismo importado vigente na época, resolveu romper esse padrão e criar um estilo próprio utilizando-se das qualidades estéticas dos elementos nativos da flora brasileira. Seus jardins passaram a valorizar nossas plantas e folhagens, e num movimento de antítese aos jardins europeus, o mestre direcionou-se para suas nuances e texturas, relegando a segundo plano o uso de flores delicadas e românticas. Seu uso de plantas estruturais e gigantes, e seu estilo natural, revalorizaram as nossas matas, como fontes de inspiração para os jardins (Fig. 1). Muitas vezes também utilizou-se de diversas gramíneas, tentando revalorizá-las aos olhos preconceituosos do público brasileiro, que as encara na maioria das vezes como matos, praga ou capins.

Fig. 1: Exemplo de jardim tropical, criado por Burle Marx.

Uma de suas principais obras é o Parque do Aterro do Flamengo (Fig. 2) e o jardim do Itamaraty (Fig. 3), situados no Rio de Janeiro e em Brasília, respectivamente.

Fig. 2: Parque do Aterro do Flamengo (Rio de Janeiro-RJ-Brazil).


Fig. 3: Jardim no Terraço do Palácio do Itamaraty  (Brasília-Brazil). 
Fonte: Fernando Nardelli

Plantas recomendadas: mini-violeta, brilhantina, filodendro, fitônia, tilândsia, mini-orquídeas, mini-palmeiras, marantas e calatéias, samambaias, musgos, mini-espada-de-são-jorge,...



Fig. 4: Mini jardim estilo tropical com filodendros, brilhantina, tilândsia, fitônia, musgos, mini-espada-de-são-jorge e bonsai de figueira-benjamina.
Fonte: Pedacinho de Jardim

PÁGINA EM CONSTRUÇÃO!

             Paisagismo, Princípios Básicos. Autor: José Augusto de Lira Filho. Editora Aprenda Fácil, 2001. 

domingo, 23 de setembro de 2012

Mini-violeta (Saintpaulia X ionantha)

Dados Botânicos
Nome científico: Saintpaulia X ionantha Hort.
Nome vulgar: mini-violeta, violeta-miniatura, mini-violeta-africana, violeta-africana-miniatura.
Categoria: flores perenes.
Família: Gesneriaceae.
Origem: trata-se de híbrido complexo originado do cruzamento entre espécies Saintpaulia ionantha H. Wendl.(violeta-africana) com S. shumensis B. L. Burtt.    
e S. magungensis E. P. Roberts da África. 
Porte: menos de 15 cm de altura. 
Diâmetro 
Ciclo de vida: perene.
Flores: flores simples ou dobradas, reunidas em inflorescências curtas.              
Cor: de flores róseas dobradas ( cultivar ´Dancing Doll´); róseas simples 
(cultivar´Pink Wink´); brancas dobradas (´Squirt´); roxas simples (´Pixie 
Blue´); e roxas dobradas (´Mini Blue´).
Época de floração: quase o ano inteiro.
Tamanho
Atração aos animais: exala perfume suave.
Folhas: folhas com longo pecíolo, carnosas, podem ter formas e tonalidades diferentes de acordo com a variedade, mas em geral são verdes, em formato de coração, com a superfície aveludada.
Cor: vários tons de verde.           
Deciduidade: sempre verdes (permanentes).
Tamanho 
Formato: oboval.
Frutos: 
Cor 
Época de frutificação
Tamanho
Raiz: adventícias.
Auxomorfa: herbácea.
Crescimento
Caule: acaule.









Figs.1: mini-violeta.
Fonte: pedacinho de jardim



                                                      Figs 2: tamanho da mini-violeta.

Paisagismo
Tipo de uso: plantas de interior.

Jardinagem

Propagação: multiplica-se através de estaquia das folhas ou divisão de touceiras. Na época em que ficar somente vegetativa, isto é, não tiver flores, poderemos retirar folhas para fazer a propagação por estaquia.
As folhas mais velhas, para criar novas mudas, são retiradas da porção basal para não prejudicar o visual da matriz. O substrato para propagação pode ser areia de construção, vermiculita, casca de arroz ou pó de côco. Encharque abundantemente o substrato de enraizamento e deixe escorrer (deve ser um vaso com furos para drenagem). Deixar em local iluminado mas sem sol direto, mantendo o substrato úmido. Coloque as folhas com ou sem pecíolo, enterrando no substrato. Cobrir o vaso com as folhas com plástico transparente, para evitar a perda da umidade. Dentro em pouco, estará enraizada, começando a produzir uma roseta de folhas. Colocar em vaso com substrato preparado, regar e deixar em lugar bem iluminado, mas sem sol direto até desenvolver mais folhas, sinal que se sente bem neste vaso.
Época de propagação: ano todo, sendo ideal no verão.
Adubação: após o plantio em vaso com substrato preparado, sua planta poderá ficar uns 6 meses sem adubação. As que foram adquiridas necessitam a cada 3  meses de suplementação de nutrientes. Adquira adubo granulado com fórmula 4 – 14 - 8. Numa garrafa PET de 2 litros limpa coloque uma colher de sopa do granulado, coloque um pouco de água e sacuda para dissolver.
Acrescente água até chegar quase ao gargalo, sacuda e empregue para molhar todas as suas plantas. Um dia antes deste procedimento, regue com água. Haverá a formação de um bulbo úmido ao redor das raízes. Quando você regar com a água mais adubo, este se espalhará pelo substrato úmido ficando disponível para as raízes. Se não regar previamente, este adubo poderá ficar na superfície do substrato, podendo queimar as folhas basais e ficar indisponível para a planta. Facilmente se nota isto quando na superfície de um vaso aparecer um sal claro. Existem fertilizantes químicos (com fórmula NPK) específicos para as violetas, encontrados nas lojas especializadas em produtos para jardinagem. É recomendável, porém, variar essa adubação periodicamente, alternando com algum fertilizante orgânico, como farinha de ossos e húmus, para garantir uma floração abundante e sadia.
Espaçamento de plantio 
Cuidados especiais: planta delicada, porém de certa forma rústica e de fácil cultivo. As violetinhas vão bem mesmo em vasos de barro, estes absorvem o excesso de umidade que pode até apodrecer as raízes da planta. Importante regar com água fervida ou descansada por 24 h para evaporar o excesso de cloro.


Exigências ambientais
Clima: quente e úmido (equatorial, mediterrâneo, subtropical, tropical, tropical úmido).
Sol: luz difusa ou meia-sombra. Precisa de muita luz, porém no verão não suporta sol direto entre 10 e 17 h. Se ficar em local com sol da manhã pelo menos umas 3 horas, ela florescerá abundantemente e por longo tempo.
Temperatura: ideal em torno de 25 graus celsius.
Água: manter substrato úmido, não encharcado, podendo secar entre as regas. Coloque a água no substrato com delicadeza, evitando molhar as folhas, pois podem aparecer manchas marrons, como se estivessem queimada, podendo até apodrecer com a umidade. Se optar por fazer a rega por baixo, ou seja, colocando água apenas no pratinho, lembre-se de pelo menos uma vez por mês, fazer uma rega por cima para diminuir concentração de sais minerais no solo. Outro cuidado: as violetas detestam água clorada, portanto, para eliminar o cloro, ferva a água e deixe-a esfriar bem antes de usá-la na rega. A frequência de regas pode se 2 a 3 vezes por semana nos meses quentes e 1 vez por semana nas épocas frias.
Umidade do ar: alta umidade. 
Vento: locais sem ventos.
Solo: substrato rico em matéria orgânica. Deve ser rico em húmus de minhoca, composto orgânico e materiais leves que propiciem boa drenagem como pó de casca de côco, e um pouco de areia. Outra sugestão de mistura: 2 partes de terra comum de jardim, 2 partes de terra vegetal e 1 parte de vermiculita (vendida em lojas de produtos para jardinagem).
Resistência 
Suscetibilidade: frio, geadas e estiagem.




Observações
Houve dificuldades de encontrar informações sobre a variedade miniatura da violeta . Porém como se trata da mesma espécie, as informações acima podem ser aplicadas à mini-violeta.
No final da ficha há um quadro resumo das principais exigências ambientais da mini-violeta. Compare com a legenda principal no rodapé do blog!
Disponibilidade sazonal
Toxicidade



Fonte:  Plantas Ornamentais no Brasil, arbustivas, herbáceas e trepadeiras. Harri Lorenzi e Hermes Moreira de Souza, 4 edição, Instituto Plantarum.
           JardineiroNet
           CD-ROM 1001 Plantas, Editora Europa.
           Faz Fácil 
           Paisagismo Digital
           Jardim de flores







segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Brilhantina (Pilea microphylla)

Dados Botânicos
Nome científico: Pilea microphylla (L.) Liebm.
Nome vulgar: brilhantina, beldroega, planta-artilheira, folha-gorda, dinheirinho.
Sinonímia: Parietaria microphylla, Pilea muscosa, Pilea succulent.
Categoria: folhagens, forrações.
Família: Urticaceae (Angiospermae).
Origem: América Tropical (do Norte, Central e do Sul)
Porte: de 10-40 cm.
Diâmetro: até 70 cm.
Ciclo de vida: perene.
Flores: as flores são tão pequenas que passam desapercebidas, pois nascem na axila das folhas. Esta planta tem flores femininas e masculinas, sendo que estas ao amadurecerem explodem literalmente, jogando para o ar uma nuvem de pólen para a fertilização das flores femininas, daí o nome singular de planta-artilheira, nome por que é conhecida na América do Norte.
              Cor
                 Época de floração
                 Tamanho
                 Atração aos animais
Folhas: a brilhantina é uma planta de textura peculiar, suas folhas são muito brilhantes (Fig. 1) e suculentas.
Cor: coloração verde-clara.
            Deciduidade
            Tamanho: pequeninas.
          Formato
Frutos
Cor
         Época de frutificação
           Tamanho
Raiz
Auxomorfa: herbácea.
Crescimento
Caule: sua estrutura é bastante ramificada e ereta assemelhando-se a ramos de ciprestes (Fig. 2).


Fig. 1: folhas brilhantes
Fonte:Understory Enterprises Inc.

Fig. 2: ramificação da brilhantina
Fonte: Flickr Yahoo por Andres Hernandez S.



Paisagismo
É uma planta que se usou muito no paisagismo de jardins antigos e que passou por longo tempo esquecida. Trazida de novo à ativa, tem aparecido em jardins de grande porte, com muita sombra, sob árvores e parece ter voltado para ficar. Sua cor verde-clara brilhante dá a nota vivaz a maciços verdes ou de folhas variegadas, equilibrando e unindo, excelente também em composições com flores diversas. Seja em bordas de canteiros, extensões sob árvores ou mesmo em vasos, fica bonita de qualquer modo e não pode ser dispensada.
Tipo de uso: além do cultivo em vasos e jardineiras, pode compor maciços ou bordaduras em canteiros.

Jardinagem
A preparação dos canteiros ou vasos deve conter composto orgânico ou húmus de minhoca sendo adicionado adubo animal de gado ou aves bem curtido. 

Preparar o solo do canteiro numa profundidade de cerca de 15 cm e plantar as mudas com espaçamento de 20 cm. Não se esquecer de regar após o plantio, mantendo regularidade até notar seu desenvolvimento.
Propagação: pode ser multiplicada por estacas ou divisão de touceiras. As estacas poderão ser colocadas em bandejas coletivas ou sacos, com composto orgânico sem adubo animal, mantendo o substrato úmido até notar o desenvolvimento da muda, quando então poderá ir para o canteiro ou vaso.
Época de propagação: ano todo, de preferência na primavera.
Adubação: exigente em nutrientes. Para adubações de reposição, a cada 4 meses, diluir uma colher de sopa de adubo NPK formulação 10-10-10 em uma garrafa PET de 2 litros, sacudir bem e regar o substrato ao redor da planta, cerca de 1 copo de água (destes de plástico descartáveis, guarde sempre um para medida). Um dia antes, regar com água pura, para que se crie um bulbo úmido ao redor das raízes. Ao colocar o adubo dissolvido este irá espalhar-se na umidade, ficando mais acessível para a planta.
Espaçamento de plantio: 20 cm.
Cuidados especiais

Exigências ambientais
Clima: quente e úmido (equatorial, tropical -altitude e úmido- e subtropical).
Sol: aprecia luminosidade, devem ser cultivadas a pleno sol ou meia-sombra, embora o sol direto na parte da tarde costuma inibir seu crescimento. Prefere ser mantida a meia-sombra.
Temperatura
Água: regas frequentes, evitando que o solo seque ou encharque. Para terrários, a frequência de regas diminui.
Umidade do ar: aprecia umidade.
Vento
Solo: bastante exigente em matéria orgânica, solo solto e permeável.
Resistência
Suscetibilidade: suscetível à geadas e ao pisoteio.

Observações
Esta planta tem caráter invasivo e costuma surgir em lugares inesperados, como no meio de matas e em vasos de orquídeas.
No final da ficha há um quadro resumo das principais exigências ambientais da brilhantina. Compare com a legenda principal no rodapé do blog!
Disponibilidade sazonal
Toxicidade

Fonte:Faz Fácil 
             Jardineiro Net  
         Paisagismo Digital
             Cultivando






Ajuga (Ajuga reptans)


Dados Botânicos
Nome científico: Ajuga reptans L.
Nome vulgar: ajuga, erva-férrea, jujuba, língua-de-boi, ajugaíba, búgula, consolda-média, erva-de-são-léo, erva-de-são-lourenço.
Categoria: folhagens, forrações.
Família: Lamiaceae/Labiatae (Angiospermae).
Origem: grande parte da Europa, Ásia e norte da África.
Porte: de 10-50 cm.
Diâmetro: até 35 cm.
Ciclo de vida: perene.
Flores: as flores da ajuga, apesar de terem importância ornamental secundária, podem ser muito decorativas. Surgem em inflorescências do tipo espiga (flores agrupadas em hastes florais).
              Cor: depende da cultivar.Geralmente azuis ou violáceas , ocorrem ainda variedades com flores róseas, avermelhadas e brancas.
                 Época de floração:primavera, verão e outono.
                 Tamanho: pequenas.
                 Atração aos animais:são muito atrativas para borboletas, abelhas e mamangavas.
Folhas: suas folhas são ovaladas, basais, pubescentes, com margens dentadas, ou levemente lobadas e nervuras bem marcadas. A folhagem é o grande atrativo desta planta, sua textura é média e as cores são muito variadas, de acordo com a cultivar.Originalmente tem a folhagem verde mas as variedades violáceas e púrpuras tornaram-se mais frequentes.
Cor: depende da cultivar.As cultivares mais comuns são: "Purpurea" (folhas bronzeadas a violáceas, fig. 1), "Multicolor" (com pintas coloridas, fig. 2) e "Variegata" (de cor verde escura, com margens de cor creme ou branca, fig. 3).
            Deciduidade:sempre verdes (apresenta persistência-permanência- de suas folhas).
            Tamanho: até 8 cm.
          Formato: oval.
Frutos: produz pequenas sementes.
Cor: marrons.
         Época de frutificação: verão.
           Tamanho
Raiz: raízes adventícias dos estolões.
Auxomorfa: herbácea.
Crescimento: crescimento reptante (rasteira). Pode se tornar invasiva em algumas situações. O ideal é que seja plantada em canteiros com delimitadores subterrâneos.
Caule: estolão.


Fig. 1: 'Atropurpurea'

Fig. 2: 'Multicolor'
Fonte: dkimages

Fig. 3: 'Variegata'
Fonte:Growsonyou

Paisagismo
Sua textura e cor, aliados às suas necessidades, a tornam uma ótima planta para jardins de pedra também, valorizando o paisagismo.Também fica muito interessante como manchas sobre gramados, formando desenhos com outras plantas de mesmo porte ou maiores, como a pilea (Pilea microphylla) e a trapoeiraba (Tradescantia pallida).
Tipo de uso: em jardins, forração (cobertura do solo) e bordadura. Pode ser plantada em vasos e jardineiras. Em vasos também pode ser utilizada para cobrir o solo, mantendo melhor a umidade além de dar acabamento, para vasos em substituição à cascas de pinus e pedriscos.

Jardinagem
Propagação: multiplica-se por sementes, estacas na primavera e mais facilmente por divisão das mudinhas (divisão de touceiras) que se formam nos estolões, entorno da planta mãe. Pode ser feita as mudas em sacos com terra preparada de composto orgânico e areia e mantido úmido coberto por saco plástico até que notar o surgimento de novas folhas. Levar então para canteiro.É exigente em fertilidade e umidade. Preparar o canteiro destorroando, adicionando adubo animal de curral bem curtido, composto orgânico e areia, se o solo for muito argiloso. Nivelar e plantar as mudas com espaçamento de 12 cm, intercalando as fileiras de modo a cobrir bem a área. Regar a seguir.
Época de propagação: primavera ou outono. Outras bibliografias citam o ano todo.
Adubação: adube uma vez ao ano com torta de mamona, salitre-do-chile, uréia, nitrocálcio ou NPK rico em N.
Espaçamento de plantio: 12 cm.
Cuidados especiais: a ajuga é rústica, exige poucos cuidados.

Exigências ambientais
Clima: ameno, aprecia o frio subtropical (continental, mediterrâneo, subtropical, temperado, tropical).
Sol: ideal para as áreas sombreadas (com luz difusa) e semi-sombreadas, onde geralmente o gramado e as flores não se adaptam. Sob sol pleno, fica com as folhas pequenas e muitas vezes queimadas, mas floresce com mais abundância (Ajuga reptans atropurpurea aprecia sol pleno). Não suporta sol forte entre 10 e 17 horas. Outras bibliografias descrevem a apreciação pelo sol.
Temperatura: gosta de locais frescos.
Água: irrigada regularmente. Necessidade de solo sempre úmido. De 2 a 3 vezes por semana em épocas quentes e 1 vez por semana em épocas frias. Para terrários, a frequência de regas diminui. 
Umidade do ar 
Vento: gosta de locais ventilados.
Solo: qualquer tipo de solo sendo ideal o solo fértil e drenável (enriquecido com matéria orgânica).
Resistência: a ajuga é uma forração muito rústica.
Suscetibilidade: não tolera o calor excessivo, estiagem e pisoteio.

Observações
Tende a ser invasiva, o que pode ser contornado colocando-se separador de grama entre ela e o gramado. Para terrários e mini-jardins, a poda deve ser feita regularmente.
Também é usada como medicinal.Esta espécie possui diversas propriedades medicinais, tais como anti-inflamatória, cicatrizante, diurética e febrífuga, mas recomenda-se apenas para uso externo, visto possuir também algum efeito narcótico.
No final da ficha há um quadro resumo das principais exigências ambientais da ajuga. Compare com a legenda principal no rodapé do blog!
Disponibilidade sazonal
Toxicidade: em excesso pode ser tóxica, usar sob supervisão médica.

          CD-ROM 1001 Plantas
          Faz Fácil
          Paisagismo Digital